13/08/2025



 

Foto: Divulgação

 

O clipe “O Corpo é meu”, de Joyce Cândido, com letra inspirada no artigo “O mito da posse: o corpo da mulher não é propriedade”, da Juíza Giselle Falcone, estreia dia 13 de agosto, às 13h, no canal do YouTube da artista.

 

Considerada uma das principais vozes do samba e da MPB da nova geração, Joyce se destaca pela qualidade técnica musical, pela multiplicidade (pianista, compositora, bailarina e atriz) e por ser convidada a cantar em diversas partes do mundo, representando o Brasil. Embaixadora da Música Brasileira no Japão, Melhor Cantora Brasileira nos EUA e uma “estrela em ascendência em Portugal” são títulos que ela coleciona. Nascida no interior de São Paulo, Joyce mora no Rio de Janeiro há treze anos e aqui já conquistou muito; gravou e fez shows com artistas como Elza Soares, João Bosco, Beth Carvalho, Jorge Aragão, Carlinhos de Jesus, Toninho Geraes, Leny Andrade, Marília Pêra, Zezé Motta e Bibi Ferreira.

 

Single e clipe “O Corpo é meu”

 

A canção, composta por Joyce Cândido, Flavio Pascarelli e Guilherme Sá, teve o single lançando em 10 de junho passado. Agora é a vez do clipe que teve a participação de mais de 60 mulheres do Rio de Janeiro e de Manaus, entre produção e convidadas.

 

Transformar a violência contra a mulher em arte é um ato de coragem e resistência. É dar voz às silenciadas, transformar dor em denúncia e, ao mesmo tempo, inspirar força e mudança. A música pode atravessar barreiras que leis e discursos não alcançam. ‘O corpo é meu’ é esse grito coletivo que ecoa por todas nós”, reflete Giselle Falcone Medina, Advogada, Ouvidora da Justiça Eleitoral do Amazonas, ex-Diretora da Escola Judiciária Eleitoral,

Juíza Eleitoral do TRE/AM pela classe dos juristas.

 

A clipe foi filmado nas cidades do Rio de Janeiro e Manaus, em mais uma parceria entre Joyce e o Conexão Rio-Manaus. “O corpo é meu’ é um grito de socorro diante das atrocidades que a mulher, em pleno século XXI, ainda enfrenta. Dar vida e voz à letra do meu amigo Pascarelli foi uma grande honra. Eu convidei Guilherme Sá, parceiro antigo, pra compor a música comigo, e adorei o resultado! Temos de fazer nossas vozes ecoarem mundo afora. O Brasil é um dos países que mais mata e violenta mulheres no mundo. Precisamos mudar essa realidade urgentemente! Reunimos mais de 60 mulheres no Rio de Janeiro e Manaus para gravação do clipe. Foi bonito de ver a união, a sororidade, a entrega e a cura que muitas ali vivenciaram durante as filmagens”, relata Joyce Cândido.

 

Ao longo da história, a arte sempre foi ferramenta pra questionar injustiças e promover mudanças sociais. E a música, com sua linguagem universal, pode mudar as mentes e os corações, ela toca na alma e dá voz às mulheres que são silenciadas todos os dias! A música “O Corpo é meu”, denuncia em cada verso a nossa dor e ajuda a transformar isso em luta!”, diz Alessandra Campêlo, Dep. Estadual do Amazonas, Procuradora Especial da Mulher da ALE/AM.

 

"Transformar a violência contra a mulher em arte é fundamental para resgatar a voz das vítimas e confrontar a sociedade com a dura realidade da opressão de gênero, quebrando o silêncio e mobilizando a todos na luta por um futuro de respeito e igualdade”, conclui Maria Elizabeth Guimarães Teixeira Rocha, ministra do Superior Tribunal Militar desde 2007 e, atualmente, preside a Corte — sendo a primeira mulher a ocupar o cargo em mais de dois séculos de história.

 

O Corpo é Meu

 

(Joyce Cândido, Flavio Pascarelli e Guilherme Sá)

 

Trancaram meu riso, cerraram meus olhos,

Roubaram da boca o direito de ser.

No fio da lâmina, no peso do aço,

Tentaram calar o prazer de viver.

 

Diziam: é ordem, é cultura, é costume,

É pelo bem de quem nem perguntou…

Mas eu, com meu sangue, com minha fome,

Cantei mais forte que a dor que ficou.

 

[Refrão]

O corpo é meu, não é de ninguém,

Nem do pai, nem do santo, nem do capitão.

Não se vende, não se doma, não se corta também —

O corpo é inteiro, é alma e é chão.

 

Rasgavam meu nome nas páginas velhas,

E em nome de Deus me mandavam calar.

Mas a minha memória é forjada em centelhas,

E o fogo da história não vai se apagar.

 

Não há tradição que amanse a verdade,

Nem há ferro quente que possa deter

A mulher que sabe que ser liberdade

É nascer de novo a cada amanhecer.

 

[Refrão]

O corpo é meu, não é de ninguém,

Nem do pai, nem do santo, nem do capitão.

Não se vende, não se doma, não se corta também —

O corpo é inteiro, é alma e é chão.

 

O corpo é meu…

É meu…

É meu…

 

Música de Joyce Cândido / Flavio Pascarelli e Guilherme Sá

Inspirada no artigo “O mito da posse: o corpo da mulher não é propriedade”, de Giselle Falcone

 

Ficha técnica

 

Músicos

André Neiva - baixo

Lúcio Rodrigues - violões

Rodrigo Serra - bateria e percussão

Guilherme Sá - cavaquinho

 

Coristas

Milena Wainer

Maria Lizandra de Oliveira

Carolina Guimarães

 

Gravado, mixado e masterizado por Tuta Macedo

Produzido por Joyce Cândido

 

CLIPE

Roteiro e direção: Joyce Cândido e Roberto Pontes

 

Equipe Rio de Janeiro

 

Produtora: PONTES Comunicação e Arte

Direção de fotografia: Tuna Mayer

Produção: Luana Siqueira e Pedro Pontes

Edição e Finalização: Roberta Dibz

Fotos: Patrick Villela

Arte: Caio Honório

Maquiagem: Jessica Menezes

 

Mulheres convidadas

Càmilla Souza, Renata Werther, Julita Machado, Ana Cecília Mamede, Marina Labavo, Sakura Uzawa, Nilze Benedicto, Renate Uhr, Carolina Guimarães, Cristina França, Edi Roger Thaís Villela, Elisa Cerqueira, DJ Cris Panttoja, Maria Eliza Prieto, Guiga, Carolina Fernandes, Renata Berriel, Maya Alves e Natália Mabos

 

Equipe Manaus

 

Ficha Técnica

Agência: Saga Publicidade

Produtora: Fonteles Filmes

Produção executiva: Thaís Fonteles

Direção de cena: Bruna do Carmo

Direção de fotografia: Jander Matos e Lelel Fiel

Produção artistica: Bruna do Carmo

Produção: Raquel Diniz

Assistente Produção: Nilbert Moura

Apoio Técnico: Ricardo Raje e Daniel Ramos

Maquiagem: Janete Matos

Figurino: Bruna do Carmo

Bastidores: Ana Vitória

 

Mulheres Convidadas: Giselle Falcone, Leuda Gonçalves, Bárbara Souza, Danielle Lemos, Alfrania Oliveira, Deborah Souza, Marjana Carvalho, Uaína Basílio, Thaís Fonteles, Márcia Rocha, Grace Soares, Mariana Bulcão, Omara Gusmão, Lilian Ferreira, Maryka Lucy, Dayana Vieira, Martinha Ramos, Wanessa Lins, Andreza Balbino, Ana Karine Figueiredo, Lucia Viana, Hállice Teixeira, Giovanna Teixeira e Marciele Albuquerque.

 

Casting Hype Brazil: Ariska Lopes, Carolina Silveira, Erika Witoto, Iasmin Queiroz, Kaline Carlucho,

Naimeê Cassiano, Lara Hadassa, Sayara Brilhante.

 

Marketing digital, criação e produção de conteúdo: Pontes Comunicação e Arte

Produção: Pontes Comunicação e Arte

Fotos: Patrick Villela

Distribuição: Onerpm

Selo: Independente

 

instagram.com/joycecandido

facebook.com/JoyceCandidoOficial

youtube.com/joycecandidooficial

 

 

*Fonte: Assessoria de imprensa

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<p>“O corpo é meu”. Joyce Cândido lança clipe pela conscientização no Agosto Lilás, mês de combate à violência contra a mulher</p>

 
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