Amazonas registra redução nos casos e óbitos por vírus respiratórios em 2025

 
Amazonas registra redução nos casos e óbitos por vírus respiratórios em 2025

03/03/2025



Foto: Divulgação

 

O Amazonas registrou 146 casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) causados por vírus respiratórios entre 1º de janeiro e 1º de março de 2025, representando uma redução de 17,6% em relação ao mesmo período de 2024, quando foram contabilizados 233 casos. Os dados são do Informe Epidemiológico de Vírus Respiratórios, divulgado nesta segunda-feira (03/03) pela Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas - Dra. Rosemary Costa Pinto (FVS-RCP), vinculada à Secretaria de Estado de Saúde do Amazonas (SES-AM).

 

A queda também se reflete no número de óbitos. Em 2025, foram registrados sete mortes associadas a vírus respiratórios, sendo cinco por Covid-19, uma por parainfluenza e uma por rinovírus. Em comparação com os 30 óbitos do mesmo período de 2024, a redução foi de 76,7%.

 

Perfil dos casos e vírus mais identificados

 

Nas últimas três semanas analisadas (09/02 a 01/03), os grupos mais afetados foram idosos com 60 anos ou mais (28,6%) e crianças menores de 1 ano (25%). Em seguida, aparecem as faixas etárias de 1 a 4 anos (15,1%), 20 a 39 anos (10,9%), 40 a 59 anos (9,9%), 5 a 9 anos (7,3%) e 10 a 19 anos (3,1%).

 

Os vírus mais frequentes em amostras laboratoriais analisadas pelo Laboratório Central de Saúde Pública do Amazonas (Lacen-AM) foram o rinovírus (46,1%), seguido pelo coronavírus SARS-CoV-2 (42%), influenza B (8,4%), adenovírus (6,8%) e influenza A (2,1%).

 

Atendimento e recomendações

 

A secretária de Estado de Saúde, Nayara Maksoud, destacou que a rede hospitalar tem adotado estratégias para o controle da SRAG, incluindo triagem de sintomáticos respiratórios, testagem rápida para Covid-19, exames laboratoriais e de imagem, além do tratamento adequado conforme o quadro clínico do paciente.

 

A SES-AM reforça a importância de buscar atendimento nas Unidades Básicas de Saúde ao surgirem sintomas gripais e, em casos mais graves, recorrer às 17 unidades de referência do estado. Além disso, a hidratação e o uso de máscara são recomendados para minimizar a propagação dos vírus.

 

A diretora-presidente da FVS-RCP, Tatyana Amorim, reforçou a necessidade de medidas preventivas, como higienização frequente das mãos, etiqueta respiratória e o uso de máscaras por pessoas sintomáticas, profissionais de saúde e grupos de risco. "A vacinação contra Covid-19 e Influenza segue sendo uma ferramenta essencial para reduzir a transmissão e prevenir complicações graves", ressaltou.

 

*Fonte: Secom

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